Do Linchamento público do Fluminense à agressão a torcedores

sindrome_do_panico

Gostaria de falar menos sério neste blog, que aliás se chama Das Humor exatamente pelo apego ao non sense e pela lógica meio nietzschiana de até se contradizer aqui, apegar pelo instintivo, pelo hedonismo da escrita e pelo desapego teórico.

Gostaria de falar de amor, humor, futebol e política sem a necessidade da fuga pela coerência dos aspectos contraditórios de todos nós.

Mas ai é que o que cabe sobre a bola, a maldita bola, aquela que nos hipnotiza com 22 cabras correndo atrás dela, tem aqui um espaço privilegiado para ser contada, só que infelizmente hoje o papo é sério e não é dúbio, binário, é prático, bem prático.

Não vou entrar na lógica de justiça x legalidade, de Zé Regrice ou ausência dela.

Quero entrar na ideia enlouquecida e no surto coletivo de justiçamento camuflado de busca pela justiça que girou em torno da jocosamente apelidada de “39ª rodada do futebol Brasileiro”.

Pois é, falo de justiçamento e não de justiça, porque em vez de se construir uma critica veemente ao STJD e CBF pelas trapalhadas que junto com erros da Portuguesa deram em seu rebaixamento, e no arcaísmo do sistema que norteia a justiça desportiva, se optou por um linchamento coletivo do Fluminense Football Club em nome de seu passado. E falo de justiçamento coletivo porque partiu de quem deveria informar e não deformar, a mídia, a lógica de julgamento do Fluminense por sua história e não por seu papel no episódio recente que envolveu a Lusa.

Durante anos parte das torcidas e a mídia trataram o Flu como a Geni moral do Futebol Brasileiro, muito por seu bad karma, mas muito também pelo facilismo e clubismo de uma mídia esportiva totalmente rebaixada, no sentido ético e moral, a uma lógica de busca de audiência a qualquer preço. Este tratamento tinha fácil apelo sendo o Fluminense não só de um estado com quatro rivais de grande porte, mas também fazer parte de uma rivalidade interestadual Rio x SP onde a mídia paulista tem por hábito vincular o fato da CBF ter sede no Rio com uma espécie de laço umbilical desta com os clubes cariocas. Temos ai o caldo propício para qualquer lixo publicado que trate o Fluminense de forma jocosa ganhe audiência nacional.

Acrescente a isso o fato dos ecos de notícias e busca de page views chegar aos píncaros da glória quando apimentados pro teorias da conspiração e temos a sopa de caos perfeita para momentos onde existe o envolvimento direto ou não do Flu em questões que afligem o futebol brasileiro.

No episódio recente dos julgamentos do STJD buscou-se tudo, menos a informação. Blogs e mais blogs, emissoras e mais emissoras trataram a questão como virada de mesa, trataram a questão como mais um movimento do Fluminense rumo a uma manutenção na série A injusta. Chegou-se ao ponto de um dos jornalistas mais incensados de uma emissora cujo lema é “informação é nosso esporte”, a ESPN, publicar “Flluminense com dois elles como Sérgio Mallandro”. Não, não estamos falando da emissora Globo, onde o “engraçadinho” Thiago Leifert e seu jornalismo de entretenimento usa e abusa de palhaçadas e clubismos para apimentar audiência, estamos falando daquela emissora que se apresentava como séria e como diferente.

E não, não é um jornalista, todo santo dia o jornalista Antero Greco usava do espaço que tem na grade da emissora, o Sportcenter para atacar o Fluminense com o que tivesse à mão, inclusive acusando o presidente do clube de ser falacioso, fazendo parte de um tipo de jornalismo de campanha que, a meu ver, contribuiu muito para o clima belicoso que envolveu o clube nas últimas semanas. Somem a isso as manchetes do site da emissora que inclusive reduziam ou distorciam por vezes a fala dos jornalistas em seus programas esportivos e se tem a convicção e a comprovação que é uma linha editorial, jornalismo de campanha.

Jornalismo de campanha que junto com a Sportv tomou o noticiário esportivo das principais emissoras esportivas da TV a cabo, a ponto de dar pouco ou nenhum destaque à opiniões como a de Daniel Cravo, dirigente jurídico do Internacional, do Rubens Approbato, ex-presidente do STJD, que colocam que a situação da Lusa infringia o código brasileiro de justiça desportiva e não só, que não garantiam isonomia de tratamento a todos os clubes participantes do campeonato.

Entre o fato e o mito, optou-se pelo mito. O mito dava manchete, o fato não.

Dai ao mar de “Ses” que inundou o noticiário colocando que se não fosse o Flu a Lusa não seria punida, ignorando que se não fosse o Flu talvez não teria a mesma repercussão. E do mar de “ses” à porrada em torcedor na rua foi um pulo.

O nível cotidiano de violência verbal nas redes e nas TVs uma hora iria, como veio, cair na violência pura e simples sobre quem apenas torce pro Fluminense.

Outro aspecto é a ausência quase completa de critica direta à CBF e ao sistema sem que ela necessariamente passasse pelo julgamento moral de x ou Y. A opção consciente em tornar o julgamento um espetáculo de horrores altamente polarizado, agressivamente polarizado, com a inclusão de personagens facilmente identificáveis entre heróis e mocinhos se constituiu em um dado mais do que onipresente no clima que envolveu o julgamento e a relação entre torcedores.

Este dado quase onipresente me parece que oculta mais do que revela. Porque o que gira em torno deste caso é mais do que apenas uma relação de justiça pura e simples, tampouco uma relação apenas de bondade.

Como a relação entre os clubes que patrocinaram a defesa moral da Portuguesa, com quase todos seus dirigentes apoiando a Portuguesa de forma moral e explícita, não é analisada pela ótica do interesse destes na criação de uma liga que faça a gestão do campeonato brasileiro sem a CBF?

Por que a ênfase moral na questão utilizando o Fluminense como espantalho não é analisada sob a luz dos interesses que envolvem a desqualificação da CBF se aproveitando do clima recente de chamar o Fluminense como se tivesse uma relação carnal com a CBF, que jamais teve, ocultando o peso da relação entre Corinthians e Flamengo com a confederação, por exemplo?

O eco de CBFlu, que foi incitado desde 2012 pelo Galo, por exemplo, não foi uma razão interessante a quem precisa dizer que a CBF é incapaz de gerir o campeonato Brasileiro?

Todas estas questões podem até ser colocadas na prateleira da “Teoria das conspirações”, porém elas não podem ser absolutamente ignoradas, menos ainda o eco do Bom Senso F.C, que possui relações com figuras públicas que já atuam para a fundação da Liga Brasileira de Futebol há tempos, tampouco o efeito direto da criação do clima ao redor do julgamento.

O julgamento teve menos o caráter de análise do ocorrido e critica ao sistema do tribunal do que julgamento moral do Fluminense por seu passado e não pelo seu papel no presente, e o clima foi incendiado de tal forma que torcedores do Fluminense correm risco direto de agressão ao saírem nas ruas com suas camisas.

Os mesmos torcedores que diante do ataque cotidiano e que ignorava o arcabouço de informações que complexificavam a questão para além de legalismos e moralismos se pôs como quase um instinto de torcedor a defenderem o clube que amam acima de todas as críticas que tinham e tem ao ano do clube e ao uso do tapetão.

Vejam bem, trataram como tapetão e virada de mesa algo que jamais foi como bem coloca o PVC, trataram como mais um passo do Fluminense para distorcer a regra sendo que no caso o que ocorre é exatamente o cumprimento delas.

Quando expostos ao fato de que o que ocorre é o cumprimento das regras apelam para um julgamento moral do Fluminense e para a exigência de seu rebaixamento inclusive por opção, como se fosse possível.

Diante da impossibilidade de obtenção da justiça conforme desenhada pela mídia, a qualquer preço, apela-se para que o torcedor tricolor tenha uma vergonha que ele não tem porque ter. E ai o passo seguinte é o efeito de posições que desqualificam, achincalham e lincham o clube e seu torcedor.

O torcedor tricolor é envolvido diretamente na situação por jornalistas em seus textos, que o citam como se obrigatória postura mendicante qual monge humilhado, gerando e ampliando nos demais torcedores dos rivais país afora o ódio ao clube e a quem o representa. Torcedores rivais que se não precisavam de motivos para a agressão agora tem, o respaldo moral do justiçamento camuflado de justiça.

O Tribunal é tornado ilegítimo em nome de interesses mal declarados, então se legitima a justiça do cotidiano, das ruas e em 2014 provavelmente dos campos, onde árbitros pressionados serão os carrascos de quem na opinião de quem deveria ter serenidade, não foi punido, principalmente por não ter cometido infração alguma.

Hoje são torcedores isolados apanhando, amanhã pode haver um massacre. Existirão autocríticas? Duvido, os culpados se omitirão e deixarão seus textos lamentando o atraso do país no enfrentamento da violência no futebol.

PS1: 

Há um Zelão que não se identifica e tenta flodar os coments falando sobre o caso Tartá e dizendo que “fala verdades”. Pois bem, uma simples goglada o informaria, ams a preguiça e baixo nível intelectual andam juntas, então segue o link para quem quiser e souber ler se informar sobre o “jogador irregular” de 2010 e transcrição da parte onde o PVC explica o caso:

“Tartá levou dois cartões amarelos pelo Atlético Paranaense contra Guarani e Vitória, e um pelo Fluminense, contra o Furacão. Isso é verdade, como veio à tona ontem à noite. O que não é verdade é que tenha jogado suspenso na campanha do Fluminense campeão brasileiro de 2010. A partida seguinte ao empate entre Atlético Paranaense e Fluminense na Arena da Baixada foi Fluminense 2 x 0 Grêmio. Tartá cumpriu suspensão e não entrou em campo por ter recebido o terceiro cartão na partida anterior.

A matéria do http://www.terra.com.br da época evidencia isso. As duas fichas extraídas do meu arquivo pessoal também (veja no final do texto).

Verdade que Tartá levou mais dois cartões nos dois jogos seguintes contra o Vasco e Internacional. E que Leandro Chaves levou um cartão pelo Ipatinga e dois pelo Duque de Caxias. A absolvição na Série B por não se julgar que houve dolo não cria jurisprudência para a Série A. Pode haver incoerência. Ao absolver o Duque de Caxias, não se disse que ele estava certo, mas que foi absolvido do erro que cometeu. Não dava a liberdade de escalar um jogador com o terceiro cartão, levado por dois clubes diferenetes.

Há outros exemplos naquele ano. Correa jogava pelo Atlético Mineiro e levou o primeiro cartão contra o Atlético Paranaense. Transferiu-se para o Flamengo. Levou o segundo contra o Vasco e o terceiro contra o Ceará. Cumpriu suspensão na partida seguinte contra o Atlético Paranaense.

A jurisprudência para a Série A de 2010 era o que acontecia na Série A de 2010. Não a absolvição de um time na Série B. Ou teria de se mudar tudo no campeonato que já transcorria. Por isso, o Cruzeiro não foi à Justiça.

Que Paulo Schmitt seja um poço de contradição, que tenha dito em 2010 em primeira análise que deveria se manter o resultado do campo, enquanto agora faz a acusação à Portuguesa, tudo bem. Mas se produz uma incrível confusão de informações quando se trata do assunto. O procurador se contradiz. Queria o resultado do campo mantido em 2010 e agora leva a Lusa ao tribunal.

Mas o fato é que se quisesse entregar o título ao Cruzeiro em 2010 não poderia.

Simplesmente porque Tartá cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo.”

http://www.espn.com.br/post/376182_pelo-bem-da-verdade-podemos-ver-contradicao-de-schmitt-mas-tarta-nao-jogou-suspenso-em-2010

PS2: Não publico comentários sem identificação. Ainda mais do tipo  que se identifica como “Zelão arromba seu rabo”

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12 comentários sobre “Do Linchamento público do Fluminense à agressão a torcedores

  1. Compartilhei pois acho fundamental a leitura, pois aqueles que estão com vergonha ou medo não são poucos, e devemos dizer quem realmente jogou lenha nessa fogueira contra o Fluminense!!!

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  2. Muito bom. Só tem duas coisas a acrescentar. O que tentam fazer com o Fluminense é o mesmo que fizeram em 1996, por ocasião da virada de mesa da CBF para evitar o rebaixamento de Corinthians e Atlético PR por terem tido envolvimento comprovado em caso de compra de arbitragem e manipulação de resultados. O problema é que dessa vez mexeram num vespeiro, subestimaram o poder das mídias sociais. Não tem nenhum torcedor do Fluminense com vergonha de nada, muito pelo contrário, o sentimento é de fúria, ódio, mobilização e vingança. Olha o cenário que esses calhordas irresponsáveis criaram.

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  3. Ótimo texto. Não sou tricolor, mas concordo em número, gênero e grau. Lógico que as brincadeiras e gozações fazem parte do futebol, mas eu nunca tinha visto tanto ódio por parte dos flamenguistas contra o flu. A mídia é totalmente responsável por isso, pois se há leis, elas devem ser cumpridas. Não existe essa de que o flu perdeu dentro de campo, na verdade, a portuguesa foi quem descumpriu o regulamento e jogou de forma irregular.

    Mas nada mais me surpreende depois das acusações contra o Vasco feitas pela Globo e Sportv. No vídeo, a torcida do vasco é forçada a correr para o lado direito do vídeo até chegar num ponto em que não tinha mais para onde ir. Aí alguns atleticanos, mesmo em menor número, tiveram a audácia de invadir a parte destinada ao vasco. Não sou a favor da violência, mas eles pediram para apanhar. E o que eu vi no vídeo foi LEGÍTIMA DEFESA, mesmo que em alguns casos tenha havido LEGÍTIMA DEFESA PUTATIVA (no caso, o agressor do vasco acredita ainda estar em legítima defesa quando não está mais e partir daí comete atos de violência). Quem se excedeu da parte do Vasco deve responder pelo excesso, caso o juiz não aceite a tese da LEGÍTIMA DEFESA PUTATIVA.

    Nada disso interessa à fla-press. Fluminense e Vasco foram massacrados sem chances de defesa na tv e jornais. O Fluminense ainda conseguiu Justiça no STJD, mas e o Vasco? Se existe uma lei que fala que a partida deveria ter sido cancelada em caso de interrupção acima de 60min e dada a vitória para o time visitante, porque o STJD não cumpriu a lei??? Porque aí quem ia cair era o Flamengo…

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    1. A essência do comportamento do torcedor organizado é a covardia, seja do Vasco, do Fluminense, do CAP, do Flamengo, etc… Ninguém inicia uma briga com possibilidade de derrota. Até um grupo de 4 pessoas tem o receio de bater em 3. Como é que alguém acredita que a torcida do Vasco vai iniciar uma confusão em um jogo fora, no qual ela é amplamente inferior numericamente ??? A não ser que houvesse uma superioridade bélica que compensasse a desvantagem númerica (Todos os Vascaínos com um 38, por ex). Na verdade, essa essência covarde é parte da humanidade como um todo. Ninguém inicia uma guerra achando que vai perder.

      Algum ser humano faz o contrário ??? Talvez algum grupo já o tenha feito, mas a ess altura a evolução os eliminou e não deixaram descendentes…

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  4. É claro que excessos não tem justificativa. Gozações porém fazem parte do cenário e não há do que reclamar. Agora, precisamos lembrar do velho ditado: “CRIA FAMA E DEITA-TE NA CAMA”, para, de certa forma entender a pressão popular dos torcedores em geral, não só os do Flamengo, contra uma agremiação que já abusou muito do “tapetão” para levar vantagem indevida, e , pior, que se orgulha disso !. Assim, embora xingamentos e agressões devam ser repudiados pelos verdadeiros desportistas, não seria mal se o Flusão fizesse um “mea culpa” e fosse pagar pelo menos um dos pedágios que deve até hoje, porque , se fosse pelo resultado do campo não teria subido em duas outras oportunidades. No caso atual, paciência, safou-se pela incompetência da Portuguesa . Finalizando, se leis e regulamentos fossem realmente seguidos à risca não teria havido perdão em oportunidades anteriores. Mas, isso é Brasil, o que é que nós poderíamos esperar ?

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  5. Há um Zelão que não se identifica e tenta flodar os coments falando sobre o caso Tartá e dizendo que “fala verdades”. Pois bem, uma simples goglada o informaria, ams a preguiça e baixo nível intelectual andam juntas, então segue o link para quem quiser e souber ler se informar sobre o “jogador irregular” de 2010 e transcrição da parte onde o PVC explica o caso:

    “Tartá levou dois cartões amarelos pelo Atlético Paranaense contra Guarani e Vitória, e um pelo Fluminense, contra o Furacão. Isso é verdade, como veio à tona ontem à noite. O que não é verdade é que tenha jogado suspenso na campanha do Fluminense campeão brasileiro de 2010. A partida seguinte ao empate entre Atlético Paranaense e Fluminense na Arena da Baixada foi Fluminense 2 x 0 Grêmio. Tartá cumpriu suspensão e não entrou em campo por ter recebido o terceiro cartão na partida anterior.

    A matéria do http://www.terra.com.br da época evidencia isso. As duas fichas extraídas do meu arquivo pessoal também (veja no final do texto).

    Verdade que Tartá levou mais dois cartões nos dois jogos seguintes contra o Vasco e Internacional. E que Leandro Chaves levou um cartão pelo Ipatinga e dois pelo Duque de Caxias. A absolvição na Série B por não se julgar que houve dolo não cria jurisprudência para a Série A. Pode haver incoerência. Ao absolver o Duque de Caxias, não se disse que ele estava certo, mas que foi absolvido do erro que cometeu. Não dava a liberdade de escalar um jogador com o terceiro cartão, levado por dois clubes diferenetes.

    Há outros exemplos naquele ano. Correa jogava pelo Atlético Mineiro e levou o primeiro cartão contra o Atlético Paranaense. Transferiu-se para o Flamengo. Levou o segundo contra o Vasco e o terceiro contra o Ceará. Cumpriu suspensão na partida seguinte contra o Atlético Paranaense.

    A jurisprudência para a Série A de 2010 era o que acontecia na Série A de 2010. Não a absolvição de um time na Série B. Ou teria de se mudar tudo no campeonato que já transcorria. Por isso, o Cruzeiro não foi à Justiça.

    Que Paulo Schmitt seja um poço de contradição, que tenha dito em 2010 em primeira análise que deveria se manter o resultado do campo, enquanto agora faz a acusação à Portuguesa, tudo bem. Mas se produz uma incrível confusão de informações quando se trata do assunto. O procurador se contradiz. Queria o resultado do campo mantido em 2010 e agora leva a Lusa ao tribunal.

    Mas o fato é que se quisesse entregar o título ao Cruzeiro em 2010 não poderia.

    Simplesmente porque Tartá cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo.”

    http://www.espn.com.br/post/376182_pelo-bem-da-verdade-podemos-ver-contradicao-de-schmitt-mas-tarta-nao-jogou-suspenso-em-2010

    PS: Não publico comentários sem identificação. ainda mais do tipo “Zelão arromba seu rabo”

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